Saúde

Cientistas franceses criam anticorpo que combate a resistência do câncer de pâncreas à quimioterapia

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O câncer de pâncreas é um dos mais letais, e a taxa de sobrevida é baixa: cerca de 13% dos pacientes estão vivos cinco anos após o diagnóstico, de acordo com dados da Sociedade Americana do Câncer. No entanto, novas terapias, como o anticorpo NP137, desenvolvido por pesquisadores franceses e associado a outros medicamentos, podem melhorar os prognósticos. Taíssa Stivanin, da RFI em Paris O anticorpo NP 137 atua como um tratamento coadjuvante e é capaz de bloquear um dos mecanismos de resistência das células cancerígenas, explicou o pesquisador Patrick Mehlen, que liderou a equipe de cientistas do CNRS (Centro Nacional de Pesquisa Científica), do Centro Léon Bérard e da Universidade Claude Bernard Lyon 1, que realizou a pesquisa. Os resultados foram publicados em abril na revista científica Nature.  A terapia, ainda em fase de testes clínicos, poderá ser associada ao daraxonrasib, novo medicamento que promete revolucionar o tratamento contra a doença, apresentado durante o congresso da Associação Americana de